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terça-feira, 7 de setembro de 2010

MALDIÇÕES

Eis que não encontro a maldita saída
Nós cegos embaraçam a linha da  vida
Céu carregado, sol encoberto
Rios navegáveis se tornam deserto
Unha encravada, sapato novo...
Zumbido alto que causa estorvo
Ideias surgem e logo desaparecem
Luz apaga, as trevas prevalecem
Habitat em sombras, ruído infernal
Abismo sem ponte, perigo real
Depois de tanta procura... desistência
Afasta sanidade, aproxima a demência.

UTOPIA (LIBERDADE)

Leve brisa, quase imperceptível
Imagens de uma beleza indescritível
Belo oásis no calor do deserto
Esperança renovada, DEUS perto
Rostos felizes, sorrisos nos olhares
Dádivas a transformar, moradias em lares
Almas contemplando a harmonia do universo
Doces melodias, cantadas em prosa e verso
Elos de uma só corrente... aprendemos a ser gente!!!